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PROPAGANDAS QUE NUNCA VAMOS ESQUECER

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Essas propagandas foram vinculadas antigamente e muita gente se recorda de cada uma delas, porém, muitas delas não poderiam ser circuladas novamente. Na década de 90 foram permitidas essas propagandas, mas hoje em dia, será que alguma delas seria aprovada pelo CONAR? Quem não sabe, ele é o concelho que decide se a propaganda é ou não imprópria para circular. Muitas propagandas foram alvo de muitos comentários e por isso agora existem leis que não deixam que esse tipo de campanha seja circulado por ai. Vamos fazer uma viagem no tempo e relembrar as propagandas mais famosas.

“Não esqueça a minha Caloi”

Esse comercial da Caloi acabou ensinando muitas crianças a insistirem muito para poder ganhar alguma coisa, infelizmente não só a bicicleta.

“Eu tenho, você não tem”

Esse outro comercial também mostra uma criança fazendo inveja para outras crianças por ter a tesourinha do Mickey, mesmo fazendo as outras crianças quererem comprar a tesoura, esse tipo de comportamento pode ter deixado muitas crianças fazendo inveja para outras.

“Compre batom”

Esse comercial foi uma das propagandas que muitos criticaram, pois acharam que hipnotizavam mesmo as crianças, já que o “Compre batom. Compre batom” acaba ficando na cabeça de muitas delas e na cabeça de seus pais na hora da compra. Fazendo com que elas quisessem comprar Batom.

“Meu primeiro sutiã”

Por mais que seja algo totalmente natural das adolescentes, isso ainda é um tabu.
Algumas propagandas acabaram apelando muito com a sexualidade, principalmente entre crianças e adolescentes. Esse foi um dos comerciais que os publicitários ousaram da sexualidade da adolescente.

“Phebo: Seiva de Alfazema”

Outra na lista dos comerciais que entram na pegada sexualista, essa propaganda da Seiva de Algazema mostra uma criancinha passando óleo junto com sua mãe totalmente peladas. Muitas pessoas criticaram esse vídeo publicitário por conta disso.

“Nova melissinha”

Essas propagandas da nova Melissinha, fizeram a cabeça da criançada em relação a escola. O slogan da Melissinha “Essa vai colar”, imagina chegar em casa com um bilhete da professora “Aluna escondeu cola na pochetizinha da Melissinha”.

E esses foram alguns dos comerciais mais marcantes que seriam proibidos se circulassem hoje em dia.

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